Quinta-feira, 19 de Agosto de 2010

Encalhada...

 

 

 

 

 

Encalhei no tempo

Num  espaço limitado

Infinito...

Já nada procuro

Se nem sei o que espero encontrar

Em redor

Barreiras desmoronadas

Permanecem intransponíveis

O horizonte tende a nublar-se

Até que o breu cubra

A existencia do ser

Sem fim

Nem principio

Sem ter onde ir

Ou o que procurar

Sem sequer saber

Se continuo a sorrir

Sem saber porque vivo

Limito-me

Abstenho-me de sentir

Sentindo no entanto

O quê?

Pois...não sei

Num frêmito de emoções apagadas

Passo o dia que se apresenta

E arrasto-me

Encalhada no tempo

Neste momento

Apenas passo...

 


publicado por Á flor da pele às 19:54
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Aceitem-me como eu sou ... tentarei fazer todos felizes ... Exijam mais do que posso dar... e afastar-me-ei ...

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